A América, vista pela 4ª Dimensão

mapa13/12/2014

Como é sabido, nesse ciclo da Terra serão 7 Grandes Raças. Na Lemúria existiu a 3ª, sendo a primeira materializada pelos nossos atuais padrões de ‘matéria’. Em Atlântida foi a 4ª, 2ª materializada. Na atual configuração da Terra se desenrolam os últimos passos da Raça Ariana, cuja sub-raça Normanda (norte-europeia/ianque) foi o apogeu.

Estamos vivendo o período de maturação da sub-raça Americana. Que ainda pertence a Raça Ariana, mas já é a Transição pra Nova Raça que virá, portanto mesclando elementos de ambas pois esse é o seu papel.

Debateremos um pouco como é nossa querida América em termos de Energia, de raça, de cultura.

Alguns pontos que podemos destacar:

– Energeticamente a América do Sul se compõe basicamente de duas vibrações: a Brasileira e a Pratense (Argentina, Paraguai e Uruguai);

– O Norte da América do Sul (Venezuela, Equador, Colômbia e Guianas) em termos espirituais já fazem parte da América Central;

– O Peru e Chile são a transição, o intermediário entre a Sintonia Brasileira/Pratense e a Centro Americana;

Os Andes são um divisor muito forte, não apenas na 3ª Dimensão (topografia) como na 4ª, a raça do povo. Na burguesia Argentina e Chile são muito parecidos. No povão são completamente diferente. Pois o indígena cis-andino (Argentina e Paraguai) é completamente distinto do trans-andino. Na periferia das cidades, entre o populacho, o Chile é muitíssimo mais parecido com a Colômbia, Venezuela e México, que lhes são distantes fisicamente ‘mas perto no Coração’, que com a vizinha Argentina – embora, repito, entre a classe média-alta branca não seja assim;Cosmos Infinito

– A Bolívia é um caso a parte, não pertence a nenhum bloco. Por ser o único país sul-americano em que 95% de população é indígena;

– Vista pela 4ª Dimensão a América Central é muito maior que você vê nos mapas de geografia física, pois engloba também ao norte o México e ao sul a Norte da América do Sul, os países citados acima.

Mais uma vez eu repito os avisos de sempre: quando lidamos com Energia em estado bruto, acima das 3 Dimensões que a mente menor pode abarcar, qualquer coisa que se escreva, por mais elaborada que seja, não passa de uma hiper-simplificação. Útil em termos didáticos, mas que jamais pretende dar a resposta final sobre qualquer coisa, até porque não existe resposta final. Fazendo uma comparação grosseira, é como se você estivesse no Centrão de uma grande metrópole no horário comercial. Uma multidão a sua volta se movimenta em frenessi. Diversas lojas abertas oferecendo de tudo, televisões ligadas nos grandes magazines, pessoas se aglomeram em frente a bancas pra ler as capas dos periódicos, empurra-empurra pra atravessar rapidamente quando o semáforo de pedestres abre por poucos segundos, pregações religiosas, espetáculos musicais e circenses ao ar livre, pedintes. Poluição, trânsito pesado, camelôs gritando. Aí você tira uma foto, uma única sequer, e mostra a alguém que não conhece esse lugar. Obviamente seu espectador teria uma visão muito limitada de como é o ambiente em que você esteve. No entanto, se ele nunca esteve lá, já está sabendo mais que sabia até então.

Minha intenção aqui é similar: Abrirmos mais o tema, e jamais fechá-lo. Se você também for Estudante e discordar de alguns conceitos que eu coloque, ao Ativarmos na Consciência essa manifestação o propósito desse texto foi cumprido.

………

Isto posto, vamos lá. Recapitulando o que foi escrito na abertura:

O Norte da América do Sul em termos de vibração é América Central. A América do Sul, sempre analisando espiritualmente, é composta da soma de duas vibrações, a Brasileira e a Pratense, que é a Argentina e seus satélites Paraguai e Uruguai.

O Chile e o Peru são a transição entre a América do Sul e a Central, e portanto pertencem a ambas, e a Bolívia não pertence a nenhum continente, energeticamente falando. Pois é um país singular, único, exógeno, um sistema em si mesmo.

Entenda que estou falando em termos de vibração espiritual, sem qualquer conceito de ‘hierarquia’ envolvido. A Bolívia não melhor nem pior que qualquer outro país por ter a gradação racial que ela tem. O Espectro da energia vai do Preto até o Branco, e do Branco até o Preto, sem juízo de valor. Todos são necessários, por isso todos existem.

flores……..

Adotando essa abordagem mais imaterial, fácil é ver que a América Latina é que é a América de Verdade, já que a América do Norte (EUA e Canadá) é um pedaço da Europa deslocado pro outro lado do Oceano. É um paradoxo, além de grotesco imperialismo linguístico, os estadunidenses terem a pompa e prepotência de exigir o monopólio do gentílico ‘americano’, posto que nas dimensões espirituais eles sequer são americanos, mas sim europeus.

Por adotar esse prisma que vê o ethos dos Homens e Mulheres e sua forma de ser e agir, muito mais que a conformidade geológica da terra, é que nos meus textos o México não é de forma alguma América do Norte, mas sim América Central. Posto que ele, por sua composição racial, e também por sua miríade de paradoxos e conflitos, é infinitamente mais parecido com a Cidade da Guatemala, Rio de Janeiro e Havana-Cuba que com Nova Iorque-EUA e Quebeque-Canadá.

Pelo mesmo motivo o Norte da América do Sul (Equador, Colômbia, Venezuela e as Guianas) igualmente faz parte da América Central. Pois os 3 primeiros são habitados majoritariamente pela Raça Ameríndia Centro-Americana, que como veremos abaixo é radicalmente distinta das Raças Ameríndias Norte e Sul-Americanas. Nas Guianas predominam outras raças mas a sintonia é totalmente caribenha, que também é centro-americana.

E por serem um meio termo entre a Raça Ameríndia Centro-Americana e a Pratense Sul-Europeia é que o Chile e o Peru ficaram como uma ponte entre os dois mundos. Quero dizer o seguinte:

Embora bastante branco, o Chile não é tão branco quanto você imagina, tanto fisicamente quanto em termos de cultura. E no Peru é o contrário, embora majoritariamente mestiço, em algumas dimensões que detalharei abaixo veremos que ele é mais branco, é mais pratense, que você imagina.

No Sul do Continente, que é mais alvo, surge um Chile moreno. No Norte, que é mestiço e bem mais escuro, está o Peru, em cultura se não fisicamente muito mais próximo das raízes europeias que seus vizinhos. Visualizas o símbolo do Yin-Yan, um bolinha preta na metade branca e vice-versa? Pois é exatamente o que acontece.Pôr sol céu anoitece entardecer trilho linha trem férrea

E o Peru e Chile são muito parecidos entre si. Por isso formam a ponte que une as duas metades do continente.

……

Pela geografia que só vê território a América Central é minúscula e desimportante, um istmo irrelevante ligando as Américas do Sul e do Norte, infinitamente maiores. Mas em termos de Energia a América Central é bem maior. Por esse quesito as 3 Américas são mais ou menos do mesmo tamanho.

Veja esse esquema resumido, um pouco da distribuição racial de cada região. Aqui vou falar das raças materiais, que guardam alguma semelhança com as Raças Espirituais, mas a correspondência nem sempre é exata. Feita essa ressalva, vejamos.

– EUA: Predominância absoluta da raça branca normanda. Importantes minorias:

Negra em boa parte do Sul, e no Norte nos eixos de Chicago-Detroit e também Filadélfia-Washington D.C.-Nova Iorque. Em menor escala no Texas e Flórida (Sul) e Califórnia (Oeste).

Americana (Ameríndia e mestiça com brancos da América Central) em todo Sudoeste (do Texas a Califórnia) e também na Flórida, e no Norte em Nova Iorque e Chicago. Eis a raça que mais cresce nos EUA, então sua presença se consolida onde já é forte, e se expande pra onde ainda não é. Daqui dez anos será muito presente em todo Sul, e também na capital Washington, pra dar apenas dois exemplos.

Asiática: em toda Costa Oeste, e também em Nova Iorque.

Ameríndia Norte-Americana e Esquimó: foram selvagemente exterminados. Ainda restaram alguns resquícios dessa raça num arco no Centro-Norte dos EUA, da região do Kansas a Montana, especialmente nas Dakotas e Minessotta. No Alasca são maioria da população, embora sejam os brancos quem detenham o monopólio do poder político e econômico.

– Canadá: No Sul, perto da fronteira com os EUA, a parte mais desenvolvida e povoada da nação, predominância normanda (ingleses e franceses) absoluta. Importante minoria Ameríndia Norte-Americana. No Norte imenso, gelado e despovoado, o inverso, maioria ameríndia e esquimó, minoria branca, mas novamente a raça branca quem dá as cartas e comanda o sistema.

– Como nos EUA, importante minoria asiática na Costa Oeste e também na região de Toronto.

– México: América Central total. A cultura Ameríndia Centro-Americana domina amplamente. Lembre-se, falo em termos de comportamento, modo de ser, e não raça física, tom de pele, somente. A elite mexicana é branca, o que comprovei pessoalmente. Ainda assim, a cultura mexicana, a Alma do país, é diametralmente distinta da que predomina na Argentina, por exemplo, daí ser classificado como uma outra raça.

Portal Abriu aberto subsolo escuro escada iluminada árvore fim trevas luz desenho iniciação passagem iluminaçãoO Centro e o Norte do México estão muito estadunizados, daí as faixinhas diagonais vermelhas da raça normanda.

Praticamente não há negros nem qualquer outra raça no México em termos significativos.

– América Central Continental, Cuba e Porto Rico: como no vizinho México, a cultura Ameríndia Centro-Americana domina amplamente.

– Importantes minorias negras, variando a proporção entre os países mas sempre presente.

– Jamaica e Ilha Espanhola (Haiti e República Dominicana): África na América. Predomínio irrestrito da raça e cultura africanas.

Importante influência também da cultura Ameríndia Centro-Americana, a República Dominicana por exemplo tem muita coisa em comum com Cuba e Porto Rico, em ambas maioria ameríndia, minoria negra, na RD o contrário, mas tudo somado são similares.

– Equador, Colômbia, Venezuela e Guianas: fisicamente na América do Sul, espiritualmente América Central. A cultura Ameríndia Centro-Americana domina amplamente.

A Colômbia, em sua Alma, em sua Essência, é infinitamente próxima do México, o que comprovei ‘in loco’; e bastante distante de Brasil, Argentina, Paraguai, etc. Por estudos, digo que a Venezuela e Equador são assim também. As Guianas podemos dizer que são uma parte continental do Caribe, o que também é Centro-América.

Minorias importantes:

Negros: começamos pela Colômbia. Na capital Bogotá são poucos, se tornam mais numerosos quanto mais nos aproximamos do Oceano. Em Medelím já mais numerosos, e maioria em Barranquilla e Cartagena. Grande presença igualmente no Equador e Venezuela, mas aí não saberei precisar melhor pois não estive lá.

– Asiáticos: nas Guianas. Nesse caso, não são orientais, mas sim hindus, levados pela Inglaterra quando tanto a Índia quanto essa parte da América estavam atrelados ao Império Britânico. Pelo mesmo motivo, presentes também em algumas ilhas do Caribe.

– Brasil: Raça e Cultura Luso-Brasileiras. O “luso” se refere ao idioma, de resto herdamos pouco de Portugal. Mas como foi a língua portuguesa quem uniu e manteve esse país-continente, vale a menção. Importantes minorias:

Negra: majoritários na Bahia e Maranhão, de presença muito significativa no Rio de Janeiro e Minas Gerais, Pernambuco e parte do Nordeste, mas não em todo ele – no Ceará quase não há negros, por exemplo. Já num nível mais diluído, também se fazem notar em São Paulo, Norte Pioneiro do Paraná e no Rio Grande do Sul. Minorias esparsas em outras partes, como no Centro-Oeste, Pará e em Curitiba e Florianópolis-SC.

– Sul-Europeia em São Paulo e no Sul. Claro que Portugal é no Sul da Europa. Por ‘sul-europeia’ agrupei no mesmo pacote duas sub-sub-raças que não são a mesma coisa, mas como aqui o espaço é sucinto não dá pra especificar exatamente cada detalhe. Portanto me refiro aqui a Itália, ou melhor dizendo aos descendentes de italianos na América; e também a cultura gaúcha mesmo, com muita similaridade aquela que predomina na Argentina e Uruguai. Houve forte colonização italiana no Rio Grande do Sul e também nesses países vizinhos. Então de certa a forma a sub-sub-raça Pratense é uma cria sul-europeia, embora outros elementos, como o indígena, também tenham contribuído. Simplifiquei dessa forma aqui. Repito a advertência, é claro que essa análise é uma simplificação excessiva do tema, apenas uma nota de rodapé.

Ponte JK noite lago paranoá brasília df

Vejamos umas fotos de Brasília. Planejada pra ser a nova capital do maior país da América (já que em termos de vibração os EUA são europeus) ela resgata elementos do Egito, que é um povo Atlante. Veja como tudo é cíclico, Atlântida afundou, surgiu a Raça Ariana, e quando esta começa a declinar, Atlântida de certa forma ressurge.

Oriental em São Paulo e Paraná. Os japoneses, que vieram há muito tempo, já se integraram a cultura brasileira, e não são mais tão visíveis. Mas resta a ressalva que em São Paulo está havendo imigração oriental recente e em larga escala. Andando pelo bairro do Bom Retiro, no Centro de SP, e vendo todos aqueles letreiros escritos em coreano ninguém duvidaria disso. Há também minorias chinesas dispersas por diversas partes da pátria, também em imigração recente.

Norte-Europeia em São Paulo e no Sul, e, em menor escala, também Rio de Janeiro e Espírito Santo.

– Ameríndia Sul-Americana. Os habitantes originais da terra. Mas foram tão exterminados que boa parte de sua cultura se perdeu, sobrando apenas resquícios. Diria que ainda há uma quantia razoável nos dois Mato Grossos.

– Ameríndia Centro-Americana, na Amazônia. Faremos aqui outro arredondamento – eu disse que essa análise não pretende abarcar todos os aspectos da Energia, longe disso, me restrinjo a umas poucas dimensões. A intenção é somente iniciar o debate, muito antes de finalizá-lo. Levando isso em conta, eu te diria que os ameríndios de Manaus-AM e Belém-PA, como os chilenos, guardam mais semelhanças com seus colegas centro que com os sul-americanos. Até porque, num fato nem sempre reconhecido, essas duas capitais tem maioria ameríndia, incluindo claro a mestiçagem.

– Argentina: a capital é majoritariamente branca entre a classe média, e em termos de cultura essa é a vibração dominante do país, ainda que fisicamente quanto mais você se afasta da Casa Rosada e do Obelisco mais Ameríndia a Argentina se torna.

Assim, como minorias importantes citamos a mestiçagem entre índios e brancos nos subúrbios e favelas de Buenos Aires, e no interior esse grupo é mais da metade de população ou perto disso. Mas, como ocorre nos EUA, Canadá e também na Amazônia brasileira, o poder econômico e político está sempre bem firme nas mãos da raça branca mesmo quando ela é minoria física da população.

– Paraguai: maioria branca nas grandes cidades, mas com importante minoria de mestiçagem entre brancos e índios – no interior eles se tornam a maioria.

Ressalte-se que o guarani é mais falado no Paraguai que o espanhol, já que o castelhano só é universalizado nos maiores centros urbanos. Inversamente, no fundão do interior, a parte rural e de pequenas cidades, se você chegar falando em espanhol ninguém entenderá nada. Ali, mesmo os descendentes de europeus tem o guarani como língua nativa. É um caso único na América do Sul, os brancos terem adotado a língua indígena ao invés de fazer o contrário, impor a sua aos nativos. Mas no interior do Paraguai aconteceu assim.

Setor Bancário Sul Brasília df centro z/c banco brasil– Uruguai: maioria da raça pratense (branca sul-europeia mesclada com elementos locais), com uma minoria negra importante, ao contrário da Argentina e Paraguai que quase não tem descendentes de africanos.

Em todos esses 3 países citados acima e também no Chile há também uma presença significativa de Norte-Europeus (alemães e ingleses, principalmente).

Fechamos com a Bolívia, como já dito o único país de maioria Ameríndia Sul-Americana, a tornando um caso singular, verdadeiro “Buraco Negro” de Energia, que portanto não pode ser alinhado com outros no sistema, é a parte. Obviamente há ali uma minoria Sul-Europeia Pratense, o país sofre influência da Argentina, e tem similaridades com ela, mas bem menos que Paraguai e Uruguai.

……….

Colocada a tese principal, abaixo eu detalharei porque cheguei a essas conclusões. Mas antes é preciso fazer uma ressalva importante: quero recordar que pra se Iniciar na Ciência Oculta é preciso ter feito o ‘Casamento Místico’, ou seja unir o discernimento mental analítico aos “olhos de ver”.

Os orientais sabem que a Energia é extremamente fluídica, e que qualquer representação, ainda que útil pra termos didáticos, é sempre uma simplificação excessiva e uma cristalização. O Tao que pode ser definido não é o Tao.

Tenha isso em mente ao ver o mapa que fiz: é uma simplificação. É uma linearidade válida, mas infinitamente longe de ser a única possível. Outras linearidades, por vezes conflitantes com essa, também podem ser traçadas. As dimensões que eu levei em conta pra fazer essa divisão foram especialmente a composição racial do povo, as taxas de criminalidade e também detalhes que eu estudo como a música – que revela muitíssimo da vibração espiritual de alguém, se aquela Alma é calma ou instintiva, e isso em todas as escalas, tanto individual quanto coletivamente – e se há ou não pichações nos muros das cidades. Se você adicionar outros pontos de vista talvez chegue a outras conclusões, que também serão válidas. Uma não anula outra.

Em outras palavras, um mapa é como uma foto: retrata uma situação que existe, entretanto apenas por um único ângulo. Outros ângulos podem ser buscados que revelarão visões mais amplas. Exatamente como eu exemplifiquei na abertura da foto tirada no Centrão da metrópole. Representa aquilo esse fenômeno, porém somente uma fração ínfima dele. Mas é um bom começo. Então vamos falar um pouco da composição racial de cada região.

……..

Eu falo “raça” aqui em termos de espírito, de cultura predominante entre um povo, e não em aspectos etmlógicos, acadêmicos, sociológicos, etc. Por exemplo, coloquei que a cultura predominante na Argentina e seus satélites Uruguai e Paraguai é a Sul-Europeia. É evidente que a elite do México, Colômbia, Venezuela, etc, é igualmente Sul-Europeia, pois igualmente espanhola. Fisicamente, sim. Mas em termos de espírito, a cultura do Prata é bem diferente da cultura centro-americana, e é nisso que vamos nos focar. Embora ambos tenham vindo da Espanha, aqui se diferenciaram tanto que a origem não parece a mesma, somando tudo. Mas alguns traços em comum sempre há, óbvio. Há bairros de Medelím que lembram partes de Montevidéu, e quem foi nas duas cidades me disse, agora que o ‘Google’ filmou ambas comprovo. Só que o estilo de vida dessas 2 metrópoles é radicalmente distinto, e não se precisa ser phd em sociologia pra saber disso.

Outra coisa. Pelo engrandecimento de nossa Pátria Amada no cenário internacional, podemos dizer hoje que boa parte da América do Sul manifesta alguns traços de cultura brasileira, por isso fiz uma faixinha verde em diversas capitais da região, da Argentina a Venezuela. Isso não significa que haja necessariamente grande quantia de brasileiros morando lá, mas sim que nossos vizinhos estão numa fase de compartilhar um pouco do nosso modo de vida, da música a culinária e passando por outros campos. Tudo isso ficará ainda mais claro quando eu falar dos indígenas que habitam o Chile, que são mais parecidos – em cultura e comportamento – com os da Nicarágua, Porto Rico, México e Equador que com os da vizinha Argentina.pirâmide Egípcia - L.B.V. lbv templo igreja noturna noite panorâmica brasília df

E isso pelo seguinte: o indígena, o ameríndio Norte-Americano (por isso me refiro a Canadá e EUA) e também o Sul-Americano no geral são mais calmos. A isso me refiro a criminalidade comum. É claro que politicamente o índio sul-americano também é capaz de se organizar, não por outro motivo a Bolívia elegeu um presidente indígena, que desalinhou o país da órbita dos EUA.

E também por vezes ocorrem episódios de violência nessas nações, especialmente relacionados ao futebol, mas igualmente por motivos políticos – a história argentina e paraguaia é especialmente tumultuada nesse sentido – e também por criminalidade comum. A Argentina, depois da virada do milênio especialmente, viu crescer em muito os roubos e assassinatos na periferia de Buenos Aires. Ainda assim, o que eu coloquei permanece: Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia, embora muitas vezes corruptos como todos os povos, e certamente dominados por oligarquias e por vezes mesmo máfias (novamente, situação que se repete em diversas nações), não têm comandos de criminosos que se divertem cometendo chacinas gratuitamente, como é o caso do Brasil, Colômbia, México, Peru, Venezuela, toda América Central (exceto Cuba) e EUA – alguns desses países têm até guerrilhas ativas. No Chile não há comandos de criminosos, mas há também uma guerrilha ativa, anarquista no caso.

Como eu lhes disse acima, analisaremos a Alma de uma região pela composição racial, música, criminalidade e ausência ou presença de pichação nos muros, que assim como a música decodifica bem se um povo é calmo ou instintivo.

A Bolívia é o único país que tem maioria indígena Sul-Americana. Ora, a Bolívia embora extremamente pobre é uma nação pouquíssimo violenta. Quando a torcida de um time brasileiro assassinou um garoto de 17 anos dentro de um estádio por lá na Libertadores em 2013, essa foi a primeira morte por causa de futebol da história da Bolívia. Na Bolívia também não há muita música ‘rap’, roque, eletrônica nem ‘funk’, se ouvem as tradicionais canções de raiz que acompanham a raça há séculos.

Tampouco existem em território boliviano comandos de criminosos que impõem ‘estados paralelos’ em partes do território. Claro que existe crime na Bolívia, nenhuma sociedade humana está livre disso. Bem ao contrário, já que em nosso vizinho sul-americano há produção de drogas em escala industrial – depois exportada via Colômbia pra EUA e Europa. E são grupos poderosos que ficam com o grosso do lucro. Ainda assim a Bolívia não tem muitas chacinas, pois, repito, não há ‘bondes’ de marginais a metralharem uns aos outros na via pública.

Pirâmide Hieróglifa Teatro Nacional brasília df

Teatro Nacional, Brasília. Simbologia mais Egípcia impossível. Por isso a América é o Portal pra Nova Raça, porque começa o resgate de outra Energias que estão no sub-consciente da Humanidade.

Na Bolívia se picham pouco os muros – depois da virada do milênio essa manifestação cresceu bastante, pois antes dessa data era quase inexistente. Agora existe. Mas num nível incomparavelmente menor que Brasil, EUA, México, Colômbia, Chile, República Dominicana, Peru, etc. Outra prova que o povo não é muito instintivo. Se tudo fosse pouco, a Bolívia não tem Mc Donalds. Não por que seja proibido. Ao contrário, a legislação permite e de fato haviam essas lanchonetes de comida-rápida e não saudável ianque por lá, na capital La Paz e também em Santa Cruz da Serra e Cochabamaba. Mas fecharam por falta de fregueses. Pelo que estou te dizendo: os bolivianos são uma raça a parte, que não tem paralelo em parte alguma desse planeta. Um ‘buraco negro’ de Energia.

E a raça que predomina na Bolívia é a Ameríndia Sul-Americana. Uma raça pacata e pouquíssimo instintiva, que não morde as iscas do Tio Sam.

Córdoba, no Norte da Argentina, tem significativa participação Ameríndia Sul-Americana, senão maioria. É uma das cidades mais serenas, alguns diriam até entediantes, do continente.

Na Argentina, Paraguai e Bolívia não existe ‘rap’, praticamente. Apenas um resquício, muito difícil achar. E por que? Porque tanto a raça Pratense branca (majoritária em Buenos Aires e Assunção) quanto a Ameríndia Sul-Americana (majoritária no interior do Paraguai e em toda a Bolívia, inclusive na capital; e em grande número do interior da Argentina) não aprecia esse estilo, o que faz com que ele seja raríssimo nessas 3 nações. A música do Chaco é a chamada ‘cumbia’. Ouvida no Paraguai e interior da Argentina e nas favelas de Buenos Aires, bem como em parte da Bolívia.

Um sertanejo deles. Abaixo seguem exemplo. Mesmo quando descreve a vida nas favelas da capital o ritmo musical é sempre calmo, em termos de melodia e tom de voz. O cantor jamais grita, jamais fala aceleradamente, ainda que narre ações violentas dos personagens, uma vez que esse tipo de coisa infelizmente ocorre nas favelas de todo planeta. A cumbia nunca perde a serenidade.

Há violência na Argentina, Paraguai e Uruguai, e também na Bolívia. Mas a música não reflete isso, o que comprova o que estou dizendo aqui, a característica racial desses lugares. Nos 3 primeiros, a Raça Pratense, no interior da Argentina e Paraguai mesclada com a Ameríndia do Sul do continente, e na Bolívia predomínio absoluto Ameríndio Sul-Americano.

Seja como for, em todos esses países há pouca pichação nos muros exceto relacionado a torcidas organizadas de futebol – na Bolívia nem isso. Estive em Assunção e vi pessoalmente, a capital do Paraguai é inteira riscada, ponta a ponta, centro e subúrbio, classe alta, favelas e tudo que há no meio. Mas apenas e tão somente pelos ‘barra-bravas’ do Olímpia, Cerro e outros agremiações. E também, aí exclusivamente no Centrão, com frases de protesto relacionadas a política. Fora isso, não há pichação no Paraguai. Não há.

Nas outras 3 nações faladas nesse parágrafo a situação é similar, não há gangues que demarcam território rabiscando a propriedade alheia. Agora que o ‘Google’ filmou todos se comprova que existe sim um pouco dessa manifestação, mas infinitamente menos que em outras nações. Estou enfatizando bem isso pra fazer o contraste com outras raças que habitam outras partes da América e também de outros continentes. Pois, exatamente ao contrário, há gangues de pichadores de forma abundante no Brasil, Colômbia, Chile, México, República Dominicana, EUA, e mesmo na Europa, Palestina,Tailândia e Indonésia. Isso, assim como a música, revela a Alma de cada lugar, e por isso me interessa tanto estudar esse tema.

Esses clipes vão sintetizar tudo que disse acima com maestria:

https://www.youtube.com/watch?v=p9N0DOqlm2A

https://www.youtube.com/watch?v=2jKoPFgcRQM

São os “troféus” das torcidas “Praça e Comando” cerrista e da “Barra do Olímpia”. Materiais roubados dos adversários, não raro resultando em assassinatos.

Portanto extrema violência, o povo paraguaio – e muito mais o argentino – podem ser violentos, e frequentemente o são. E o futebol comprova isso. Mas a música não é violenta, é calma. Ao menos no ritmo, já que a letra reflete as imagens. Entretanto o tom e a melodia são inalteravelmente lentos.

E isso pela questão racial. A Raça Pratense e a Ameríndia Sul-Americana nunca abandona sua cumbia, mesmo quando narra mortes a sangue frio. A Raça Centro-Americana, inversamente, adora o ‘rap’, como os brasileiros e os ianques. Na Argentina e no Paraguai não há ‘rap’, e pouca pichação exceto de futebol. No Chile inversamente tudo isso existe em profusão, como já veremos.Esplanada ministérios itamarati reflexo água anoitece entardecer brasília df

……..

A raça Ameríndia Norte-Americana é igualmente pacata, por isso o Alasca, Norte do Canadá e Centro-Norte dos EUA (Dakotas e imediações), pra não falar da Groenlândia, onde eles existem em número significativo e mesmo maioria em algumas partes, tem algumas das taxas de criminalidade mais baixas do planeta.

Fargo, a maior cidade da Dakota do Norte, tem média de um assassinato por ano – você não leu errado. Esse ano (o texto foi escrito em dezembro de 2014) está sendo “extremamente violento” por lá: foram mortas 5 pessoas. Não de uma vez, mas sim o ano inteiro, de janeiro a dezembro. Aqui na Grande Curitiba é mais ou menos isso por dia. Precisa dizer mais?

…….

Já a raça Ameríndia da América Central é, exatamente ao oposto, agitada, instintiva, e nada pacata. Onde ela existe em grande número, as coisas são qualquer coisa menos calmas. Veja os índices de criminalidade da Colômbia, Venezuela, México, e toda América Central e Caribe, que me poupará de explicar mais. Em todos esses lugares se picham muito os muros, do teto ao chão. E em todos eles o ‘rap’ é o estilo que predomina nas quebradas, por vezes com variações híbridas oriundas da fusão com outros ritmos igualmente ‘vermelhos’.

A música sempre é acelerada e ouvida em altíssimo volume, quem já foi lá sabe. Além do ‘rap’ já ser muito forte em si mesmo, ele gerou descendência, o ‘reggaeton’, a música centro-americana por excelência, mistura dele com o ‘reggae’ e a salsa. No México, Caribe, América Central Continental e Venezuela, adentrando um pouco na Colômbia, só dá ‘reggaeton’ e ‘rap’. No Equador e Chile o ‘reggaeton’ é mais raro, mas o ‘rap’ ainda é onipresente.

Ouvindo é mais fácil entender:

México x Porto Rico:Luz desenho mãos mulher

https://www.youtube.com/watch?v=6FQbhnOhwbA

https://www.youtube.com/watch?v=PwTQXPMmwhk

Rep. Dominicana x Porto Rico:

https://www.youtube.com/watch?v=UaFzt0Zrp6k

México x Colômbia:

https://www.youtube.com/watch?v=ej_D0t-XZd0

Venezuela x Porto Rico:

https://www.youtube.com/watch?v=UOzCza8gEGI

Venezuela x Colômbia:

https://www.youtube.com/watch?v=lxczxnDTduU

Panamá x Porto Rico:

https://www.youtube.com/watch?v=uRhYmqmKyag

Rep. Dominicana x Venezuela:

https://www.youtube.com/watch?v=WmiSY0G-Meg

Equador x Colômbia:

https://www.youtube.com/watch?v=IXgOrs4SX2Y

https://www.youtube.com/watch?v=S1oWG44mHR4

Equador x Porto Rico:

https://www.youtube.com/watch?v=kpeQyfC-n2o

Cuba e Jamaica:

https://www.youtube.com/watch?v=fNRVyLY7RhY

Cubaton (o ‘reggaeton’ de Cuba tem até nome próprio):

https://www.youtube.com/watch?v=XYCLgxz-ov0

……..

Poderia continuar pela Eternidade. Mas você já captou. Entendeu pela música a diferença de raças entre a vibração azul pratense e a vermelha centro-americana. A América Central, do Equador e Venezuela ao México, é a Zona Vermelha, irmão.

Não estou criticando, julgando, ou fazendo juízo de valor, que fique bem claro. Estou apenas analisando a Realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse.

……..

flor rosaAgora que falamos como é a América Central, sempre ouvindo música acelerada e pichando muros – o que também revela uma mente acelerada, nada serena – vamos ao ponto principal: o Chile, em muitos aspectos, é mais centro que sul-americano. Pois no Chile se picham muros, e se ouve muito, mas muito ‘rap’. Como no Equador, México e Porto Rico, e exatamente ao contrário da vizinha Argentina. O Chile faz ‘rap’ de altíssima qualidade.

Veja (e ouça):

https://www.youtube.com/watch?v=93QkCiQfTHo

https://www.youtube.com/watch?v=7PHsm0GTt7k

……….

Note bem: evidente que não estou negando que o Chile é um país bastante branco, muito similar a Argentina em muitos aspectos. É claro que é.

O que estou dizendo é que o Chile não é tão branco quanto aparenta na superfície, especialmente considerando que a classe média quando vai lá se restringe aos bairros turísticos.

O Chile é branco, é portenho? Certamente sim. Mas não é só isso, é o que estou tentando dizer. O povo é similar ao argentino, sim, e portanto ao sul-americano, mas também é similar ao centro-americano. Uma ponte entre ambos, digo mais uma vez.

Vamos ver alguns clipes relacionados ao futebol chileno.

Os Cruzados”, organizada da Universidade Católica (vice-campeã da Libertadores em 93), escolheram o ‘rap’, porque no Chile o ‘rap’ é muito forte.

https://www.youtube.com/watch?v=ifq1HqFSWjY

Já a “Garra Branca” do Colo-Colo (campeão da Libertadores de 91, único título de todo Chile) optou pela cumbia, exatamente como se faz no Paraguai e Argentina.

https://www.youtube.com/watch?v=81wOZn8H-lo

E o mesmo fez “Os de Abaixo”, organizada do Universidade do Chile. Não confunda com a Universidade Católica, há em Santiago dois times oriundos da academia, mas o que é maior é a Universidade do Chile. Digo, o Colo-Colo é disparado o maior time do Chile em títulos e torcida, tem mais campeonatos chilenos, a única Libertadores da nação, e por isso é disparado o mais popular.

Mas entre os times derivados das Universidades, a do Chile é maior que a Católica. Universidade do Chile x Colo-Colo é o “super-clássico” chileno, a Un. Católica é a 3ª força. Dito tudo isso, veja o clipe da torcida da Un. do Chile:

https://www.youtube.com/watch?v=PBtERooOyHwYan-Yin

Verá inclusive que é a mesma música da torcida do Colo-Colo, alias exatamente a mesma que a torcida do Cerro do Paraguai também utilizou.

Porque isso é o Chile, e é aqui que quero chegar: um meio termo entre a América do Sul e a Central, parecido tanto com a vizinha Argentina quanto com os distantes fisicamente (mas próximos em termos espirituais) México, Colômbia, Equador, etc.

O índio chileno é centro-americano, é agitado, não é como o índio sul-americano das vizinhas Argentina e Bolívia, que é calmo.

Repito as advertências que já formulei acima, não estou julgando e apontando o melhor, apenas analisando a coisa como ela é. E tampouco falo em termos newtonianos-cartesianos ou sociológicos. Estou apenas mostrando-lhes um aspecto da Energia. Que é Real, é verdadeiro. Mas que tampouco anula outras análises, que podem mesmo chegar a resultados distintos.

Se conheces o Tao e o Zen, sabes que a Energia é fluídica e assume miríades de formas, como um caleidoscópio.

….

Essas ressalvas bem-fundamentadas, o que afirmei permanece: o Chile não é branco, ao menos não é só branco, e isso em termos de cultura, não apenas de composição física.

Se você for lá e só visitar o Palácio de La Moneda e a casa de Pablo Neruda, além de tomar bons vinhos nas estações de esqui próximas, evidentemente não perceberá o lado vermelho, centro-americano, do Chile, pois ele está oculto, ao contrário da Colômbia e México em que é dominante.

Oculto ou não, existe, e se você for pra periferia, pras quebradas de Santiago, Valparaíso/Vinha do Mar e Concepção, encontrará essa frequência. Foi o que eu fiz. O suficiente pra pode afirmar que o Chile é também América Central. Bem, seu time mais popular tem o índio como símbolo, o que significa que é assim que o povo se vê. Você conhece algum time argentino que exalte a cultura ameríndia?????????????

Exatamente ao contrário, vários clubes tem nomes em inglês: River Plate, Newell’s Old Boys, Racing, All Boys, etc. Pra ser justo, vários times do Chile também tem nomes em inglês, especialmente no litoral. Mas ainda assim seu maior clube, que resume o ‘ethos’ da nação, exalta o índio, e não o normando. O contraste entre as culturas, entre as raças, não poderia estar melhor estabelecido. A Argentina é a transição entre Europa e América do Sul. O Chile está um passo adiante nessa fila, é a ponte entre as Américas do Sul e Central. Por isso:

sete 7 Moais ilha páscoa chile pacífico estátua gigante pedra mar montanha praia oceano

Rapa Nui: Ilha de Páscoa, Chile.

Onde o ‘rap’ se encontra com a cumbia. É o Chile, caramba!!!

……..

Já o Peru poderíamos dizer que é mais branco que aparenta. Digo isso por um motivo: no Peru se ouve pouco ‘rap’. Existe esse ritmo lá, bem mais que na Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia onde é praticamente nulo. Ainda assim, pouquíssimo levando em conta que o Peru está encravado entre Brasil, Chile, Bolívia, Equador e Colômbia, e todos esses vizinhos exceto a Bolívia adoram esse tipo de som.

No Peru predomina a salsa, ritmo local equivalente a cumbia do Chaco e ao sertanejo brasileiro. Claro que a salsa também é popular em toda “América Central Estendida”, do México a Venezuela. A questão é que em outros lugares essa é “música de velhos”, os jovens não ouvem. No Peru, entretanto, mesmo a rapaziada dos morros prefere a salsa ao ‘rap’.

Andando pelas periferias de Lima, o que já fiz extensamente pela Visão de Rua do ‘Google’ Mapas, vi cartazes anunciando apresentações musicais nos clubes populares. Fui puxar na internet pra ouvir. É geralmente isso aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=qExTlbal7YA

Uma coleção maior:

https://www.youtube.com/watch?v=bv2B1hz_nb0&list=PL573656ECFEBA8FEF

cachoeira verde água rio mataE é por esse prisma que estou falando que o Peru é menos Centro-Americano que seus vizinhos. Nesse aspecto. Porque em outros ele é infinitamente parecido com a Colômbia e Venezuela, poderiam ser irmãos gêmeos, e também com o México e demais partes da América Central.

Resultando que Peru e Chile, em conjunto, são a transição entre as Américas do Sul e Central. O Chile pega a Energia que vem da Argentina, Uruguai e Paraguai e a sintoniza pra que ela possa seguir pro Norte. O Peru faz o inverso, recebe a vibração da Colômbia, Equador, etc, e a tempera pra que fique mais palatável pros vizinhos austrais, porque senão o choque anafilático seria muito forte.

…………

É isso aí. Continuaremos falando do que a América representa pro planeta em termos Multi-Dimensionais. Por hora é suficiente.

Que Deus Pai-Mãe Ilumine a todos.

Ele-Ela proverá”

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