Implosão Populacional: tempos difíceis virão

crise populacional gravíssima; porém exatamente ao contrário do que muitos ainda estão pensando

fertilidade Europa-2013

Taxas de fertilidade na Europa, 2013. Apenas França, Irlanda e Islândia superam 1,9 filhos por Mulher. E esse número ainda está 10% abaixo do necessário pra uma população se manter, pois é preciso pra isso 2,1 filhos por Mulher. Imagine então a situação nos outros países. Na Alemanha, Itália, Grécia e algumas nações do Leste, o número é abaixo de 1,5, e na Península Ibérica, Polônia e Moldávia, abaixo de 1,3. Isso é uma calamidade, e as pessoas não se deram conta ainda.

06/07/2014

Fomos acostumados, eu diria doutrinados, a pensar de acordo com as circunstâncias do século 20, que não existem mais. Na época, se temia uma explosão populacional que comprometesse a civilização. E na África, Sul e Centro da Ásia (sub-continente indiano e Mongólia) e talvez partes da América Central realmente o crescimento sem controle no número de pessoas permanece um problema sério, como era no fim do século 20.

Mas na Europa, Leste da Ásia e cada vez mais na América também, vamos nos deparar com o problema inverso: falta de pessoas jovens pra sustentarem um contingente de idosos cada vez maior, e que consome cada vez mais remédios, que são caríssimos. E essa situação igualmente dará um doloroso colapso na civilização.

Vamos falar da Implosão Populacional, problema seríssimo enfrentado pelas nações da Europa e do Leste da Ásia. Suas taxas de natalidade são baixíssimas, a população ao invés de aumentar vem diminuindo.

Pra isso vou compilar aqui várias mensagens que produzi (por emeio) ao longo dos tempos sobre o tema.

Todos os dados dessa matéria foram tirados dessa página aqui:

http://www.citypopulation.de/

É um sítio muito interessante, que analisa, como o nome indica, as variações populacionais do planeta.

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Vendo as variações populacionais da Europa você começará a ficar muito, mas muito preocupado com o futuro da humanidade.

Bulgaria

A Bulgária tinha praticamente 9 milhões de habitantes no fim do comunismo. Hoje mal supera os 7 milhões. Desapareceram 1,8 milhão de búlgaros em menos de 3 décadas. Ressalto porque a situação é gravíssima: a Bulgária perdeu 20% de seus habitantes em somente uma geração. A partir de agora a situação se agravará em PG, será uma bola de neve.

Vou dizer sem meias-palavras: a Terra irá passar em breve por crise populacional gravíssima. Mas, ao contrário do que você calcula se baseia sua análise apenas pela mídia capitalista, o problema não será de excesso de gente, mas de falta.

Não pense que enfrentaremos uma explosão populacional. Exatamente o oposto é verdadeiro, a Europa enfrenta uma implosão populacional, o problema inverso, mas que é tão grave quanto.

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Digo, o Centro da América, o Sul da Ásia e quase toda a África ainda tem taxas de natalidade elevadíssimas. Ali, de fato problema é o excesso de gente pra poucos recursos pra alimentar a todos.

Ainda assim, e você vai se lembrar de minhas palavras, muito em breve chegaremos numa época em que a Europa vai viver o pesadelo oposto, o de não ter Homens e Mulheres em número suficiente pra povoar seu território, mover sua economia, e principalmente pra sustentar seus idosos, que serão em número altíssimo.

Letonia

A Letônia também perdeu mais de 20% da população em 2 décadas e pouco.

Nada menos que 15 países europeus, no mínino, estão tendo quedas em seu quadro populacional, em alguns casos queda livre, vertiginosa mesmo.

A começar pela Alemanha, país do autor do ‘city population’. E veja, trata-se da 4ª maior economia do planeta, atrás apenas de China, EUA e Japão.

O que põe por terra o argumento que a migração irá suprir as baixas taxas de natalidade entre os brancos europeus. Chega um momento que nem isso é mais suficiente. O Japão também tem queda populacional. Ou seja, dos 4 maiores PIB’s do planeta, 2 enfrentam redução populacional.

Uma economia desenvolvidíssima não tem bastado mais pra aumentar a população. Em breve vai haver desgraça, porque, repito, não haverá quem sustente o número cada vez maior de velhos nessas nações.

Lituania

A vizinha Lituânia também encolheu perto de 20%.

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Da Alemanha e Japão falaremos melhor mais abaixo. Enquanto isso vamos vendo os gráficos de diveros países europeus que estão enfrentando queda no número de habitantes. 13 são que se chama Leste Europeu, ou seja, ficavam atrás da antiga cortina de ferro do comunismo. Mas há também a Grécia. Esses dados são anteriores a crise que se abateu sobre esse país, ou seja, a coleta não está contaminada. Significando que a coisa está pior ainda do que é mostrado aquí.

É sabido que depois que a Grécia foi saqueada pelas aves de rapina da ‘Rua do Muro’ e ‘Cidade de Londres’ – o Império Anglo-Ianque, com sua roupagem política de UE, Otan e outras instituições – dezenas de milhares de gregos morreram por falta de recursos, sendo que muitos se suicidaram. E outras dezenas de milhares, quem sabe centenas de milhares, de gregos no auge da idade produtiva emigraram para economias mais desenvolvidas, o que agrava o problema sob todos os aspectos.

Ucrania

A Ucrânia já havia perdido 10% da população antes da guerra que eclodiu em 2014 se iniciar. Os combates se amainaram, mas a crise econômica/política é agudíssima e segue sem solução. Resultando que a Ucrânia já perdeu mais de 20% da população igualmente.

Ou seja, a crise grega destruiu a Grécia, mas deu um gás a mais pros países mais ricos do Norte da Europa, especialmente Alemanha e Inglaterra, posto que houve a chamada ‘drenagem de cérebros e braços’. Sem opções em sua terra natal, muitos foram buscar trabalho em outras nações, amenizando a situação delas mas entregando de vez sua terra-natal aos urubus. É evidente que a imigração ameniza o problema, pras nações que recebem a mão-de-obra.

No Oeste da Europa, que é rico, as taxas de natalidade são tão baixas quanto no Leste. A população da França, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Itália, etc, só não está diminuindo exatamente porque levas de imigrantes vindos do 3º mundo chegam todos os anos pra fazerem os serviços braçais – e cada vez mais também o ramo gerencial.

Polonia

Estagnação na Polônia

No passado, faltava gente pro ‘colarinho azul’, o operariado, os trabalhadores braçais dos setores industrial e de serviços. Hoje, entretanto, está faltando gente nativa na Europa Ocidental até pro ‘colarinho branco’: trabalhar em bancos, escritórios, etc.

Então claro que a migração influi. Entretanto, chega uma hora que a coisa fica tão crítica que nem isso adianta, e, digo mais uma vez, se não fosse dessa forma Alemanha e Japão não teriam porque se preocupar. Entretanto, eles estão muito, mas muito preocupados, e com razão.

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Ainda pior é no Leste Europeu. Veja, em pouco mais de 20 anos, a Ucrânia perdeu 6 milhões de habitantes, nada menos que 20% de sua população. Esses dados são de 2013, logo não estão contaminados pela guerra civil que eclodiu nessa eslava pátria agora em 14. Ou seja, como no caso grego, a coisa é ainda muito pior que o mostrado aqui.

Além dos que morrerão diretamente nas frentes de batalha, muitas centenas de milhares de outras pessoas deixarão a Ucrânia, seja por medo dos combates, seja pra fugir do desemprego, fome, destruição da infra-estrutura, etc, que toda guerra acarreta. Boa parte deles nunca retornará ao país, ainda que os enfrentamentos cessem.

Grecia

O problema não se restringe aos antigos países comunistas. A Grécia tem uma das menores taxas de natalidade do planeta, e por isso nesse milênio sua população praticamente estagnou e já teve inclusive pequena queda nessa década. Novamente, esses dados são anteriores a gravíssima crise econômica que se instalou na Grécia. Quando saírem os dados que levem em conta esse choque, veremos que a Grécia terá perdido perto de 10% da população nessa década.

Esse texto é de 2014. Atualizando em 2016, dá para ter uma noção melhor do tamanho do estrago. A Criméia optou em plebiscito por se reunificar a Rússia, onde pertenceu por séculos, sendo artificialmente incorporada a Ucrânia na época da União Soviética, quando Rússia e Ucrânia eram o mesmo país.

Agora que não são mais, a Criméia decidiu voltar para onde saíra. Apenas com isso a Ucrânia perdeu quase 2 milhões de habitantes. Mais cerca de 3 milhões emigraram, sendo 1,5 também para Rússia, e a outra metade foi no rumo oposto, para outros países da Europa. Portanto apenas na secessão crimeia e na emigração mais 5 milhões de ucranianos se foram. Mais algumas centenas de milhares morrerão por causa da guerra, diretamente em combates – reconhecidamente uma pequena maioria – mas muito mais gente por falta de assistência do estado.

Volta o texto original. Do fim do comunismo até hoje a Rússia, sua irmã maior, perdeu outros 5 milhões de habitantes.

De 2010 pra cá houve levíssimo aumento na população, mas muito pouco. Insuficiente pra equilibrar a perda já ocorrida, e muito menos pra impedir novas sangrias, que fatalmente virão.

Eslovaquia

Estagnação também na Eslováquia.

Calcula-se que a população da Rússia, hoje com 142 milhões, alta mortalidade (especialmente entre os Homens pelo alcoolismo) e baixas taxas de reposição, poderá cair a somente 120 milhões em 2050, e parcela altíssima disso da 3ª idade, o resto de adultos, e jovens e crianças praticamente inexistentes. Em outro texto que breve sobe pro ar falamos melhor do caso russo, amenizado pela reunificação com a Crimeia e o 1,5 milhão de ‘novo-russos’ que deixaram o Leste da Ucrânia e migraram a Rússia.

A Albânia tem hoje 300 mil pessoas a menos que há duas décadas e meia, o que representa uma sangria de 10%. A Romênia perdeu 2 milhões, o que também dá que 10% de sua população de 1989 deixou de existir. A Bulgária diminui em quase 2 milhões, o que dá 20% a menos de búlgaros hoje do que a apenas uma geração.

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Alemanha (2)

A Alemanha já perdeu mais de 2 milhões de habitantes. Nessa década houve ligeira recuperação, mas devido a imigração – que por sua vez gera sérios conflitos políticos.

Tudo somado: apenas esses 5 países tem hoje 17 milhões de Homens e Mulheres a menos que há somente 25 anos. É como se o Chile tivesse deixado de existir. Se conhece o Chile, sabe que esse país não é tão pequeno.

A Letônia perdeu nada menos que 25% de sua população. Um quarto, amigos. É como se essa pequena nação estivesse sendo apagada do mapa. Na Lituânia, Ucrânia e Bulgária, a sangria também virou acima ou ao redor dos 20%. 15% na Bósnia, e acima ou perto de 10% na Croácia, Romênia e Albânia.

Não custa enfatizar ainda mais uma vez: uma vez iniciado, o problema da queda populacional se manifesta em bola de neve. Com a economia cada vez mais deficitária, pois são menos gente trabalhando pra sustentarem mais idosos, cada vez mais jovens deixam o país tentado sorte melhor na Europa do Oeste. É uma situação estilo “o último que sair apague a luz”.

Japao

O problema não se restringe a Europa. A população do Japão há tempos estagnou e começa a declinar.

Se isso não é uma implosão populacional, o que é?

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Arrematando: breve, o pesadelo da implosão populacional fustigará uma dor tão aguda a Alma europeia que eles se lembrarão com muitas saudades do tempo que tinham tanta gente morando lá que se davam ao luxo de ir colonizar outros continentes. Chegarão mesmo a invejar a hiper-povoada (e por enquanto hiper-fértil) Bangladesh. Eu não estou brincando nem exagerando.

O problema não se restringe ao Leste, como mostraremos detalhadamente pelo caso alemão.

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Italia

Na Itália, após uma estagnação de duas décadas e meia houve pequeno aumento – divido a migração, já que as taxas de natalidade italianas são as mais baixas do mundo.

Voltamos a falar da Implosão Populacional, problema seríssimo enfrentado pelas nações da Europa e do Leste da Ásia. Suas taxas de natalidade são baixíssimas, a população ao invés de aumentar vem diminuindo. Entenda bem que esse é um fato inédito na história. Em todos os tempos, em todas as raças, em todos os países, sempre o número de Homens e Mulheres encarnados em uma geração era maior que na anterior. As vezes vinham guerras, epidemias, terremotos, fome, que matavam em massa. Isso sempre houve, evidente.

O que não tira o ineditismo do problema atual, daí a dificuldade em se lidar com ele. Nunca em tempos de paz e prosperidade aconteceu o que está acontecendo agora: as pessoas não querem ter filhos, e a imensa maioria dos casais que os têm se limitam ao filho único.

Resultando que mesmo hoje esses países tem um desequilíbrio gravíssimo, muitos velhos pra poucos jovens. Se hoje isso é um “problema”, dentro de 30 a 40 anos será estado de calamidade pública. Quando a atual geração envelhecer, simplesmente não haverá quem a substitua no mercado de trabalho, e muito menos quem cuide dos velhos doentes nos lares.

Portugal

Em Portugal – que como Grécia e Itália nunca foi comunista – a situação é a mesma, estagnação e mais recentemente diminuição no número de habitantes.

A imigração, a atração de mão-de-obra jovem de nações mais pobres, ameniza mas não resolve o problema. Ameniza, é certo, e por isso que a Europa do Oeste ainda cresce sua população, porque se dependesse só dos brancos nativos, Bélgica, Itália, França, Inglaterra, Holanda, etc, também estariam desaparecendo.

Bem, vi partes do jogo da Holanda x Costa Rica pela Copa/14 na TV. Haviam mais negros vestindo a camisa laranja holandesa que a camisa branca costa-riquenha. Até o começo dos anos 80 não haviam negros na “Laranja Mecânica”, e nos anos 90, já com o pioneiro Ruud Gullit consagrado, eles ainda eram ínfima minoria.

No jogo da copa/14, contando o banco de reservas, eram metade da equipe. Essa imagem basta mais que mil palavras pra explicar porque a Holanda ainda aumenta. Presencie a seleção francesa em ação e verá que essa é a regra, longe de ser a exceção. Vendo cenas de um amistoso França x Jamaica, eu tive dificuldade em distinguir as equipes. Não é modo de falar.

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Então reforçados pelo excedente populacional da África, Ásia e América, boa parte da Europa Ocidental, e também EUA e Canadá, se mantém crescendo. Mas as vezes nem isso basta. O problema é mais crítico no Leste Europeu, que ficava atrás da antiga cortina de ferro do comunismo. Dos 15 países cujo número de habitantes vem encolhendo ao invés de aumentar, 13 ficavam totalmente no Leste, física, social e politicamente.

Albania

A Albânia já encolheu mais de 10%.

Mas a Grécia também vem encolhendo. Repito, o quadro que lhes passei é de 2011, portanto ainda não tão afetado pela crise que lá se instalou, resultando que o problema é ainda pior que o retratado. Embora fisicamente a Grécia fique também no Leste da Europa, social e politicamente ela faz parte do Oeste, porque nunca foi comunista.

Verdade que a redução lá ainda é pequena, nem se compara com vários outros países que perderam mais de 10 e mesmo mais de 20% da população em apenas duas décadas e meia. Mas se já está havendo sangria, ela tende a se agravar, é a bola de neve. O desequilíbrio entre velhos e jovens faz a economia patinar, pois é menos gente trabalhando tendo que manter muita gente que além de já estar aposentada ainda apresenta vários problemas de saúde, crônicos e de tratamento caro. Isso drena recursos demais da sociedade, o que só faz com que ainda mais jovens e adultos em idade produtiva resolvam emigrar.

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O que dizer de Japão e Alemanha? Terceira e quarta economias do globo, respectivamente, atrás de China e EUA. E mesmo assim estão perdendo população.

Russia

A Rússia perdeu quase 5 milhões de pessoas, de 147 pra 142 milhões. Na década de 10 pequena recuperação mas situação preocupante ainda.

Como no caso grego, a queda ainda foi pequena. O quadro apenas acaba de fazer a curva. Mas já fez a curva, e isso que é preocupante, alias muitíssimo preocupante, devido ao altíssimo grau de prosperidade social que esses países desfrutam. É famosa a longevidade japonesa. O que significa, e tudo só tende a se agravar, que o desequilíbrio na balança etária está se tornando cada vez pior. Certamente há muitos mais idosos que crianças na sociedade japonesa.

Ainda há muitos adultos em idade produtiva, então o tecido social nesse momento se mantém. Entretanto, dentro de 30 anos, quando a atual geração se aposentar, será catástrofe, será calamidade pública.

Eslovenia

Eslovênia: praticamente sem crescimento há 2 décadas e meia.

Veremos então um país com um mar de gente velha, com poucos adultos e em que crianças e jovens serão praticamente inexistentes.

Você não precisa ser doutor em economia, ciências sociais ou estatística pra entender que essa sociedade vai implodir.

O Japão resiste a absorver imigrantes que não tenham ascendência japonesa. Bem, eu diria que eles terão que abrandar essa regra, se quiserem sobreviver.

Terão que abrir suas fronteiras aos asiáticos, que estão ali ao lado e gostariam de ir trabalhar em terras nipônicas. Será uma escolha difícil. O Japão é conhecido por ser uma das sociedades mais harmônicas do planeta, em termos raciais.

Romenia

Romênia perdeu 2 milhões de pessoas, 10% de sua população.

Por isso, um povo muito educado. O japonês é famoso por sua cortesia, por nunca perturbar os outros se não for absolutamente necessário. Não se usam celulares no metrô exceto em emergências, exatamente ao contrário do que ocorre em nossa Pátria Amada. As pichações são raras, e já escrevemos uma série de emeios sobre esse tema, breve levanto esse material para rede. Nos jogos da copa do mundo no Brasil, os japoneses chamaram a atenção do mundo todo.

Não dentro de campo, pois ali o desempenho foi horrível, duas derrotas (uma por sonoros 4×1) e um empate sem gol. Mas sim nas arquibancadas. Após as partidas, a torcida japonesa fez algo que ninguém faz: limpou a sujeira que a torcida brasileira deixou pelo chão. Permaneceram por mais de meia hora na tarefa. Se pros brasileiros causa sensação ver alguém limpando a via pública, pros japoneses é o exato oposto, eles não entendem como alguém descarta seu lixo no chão, vira as costas e vai embora.

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Estonia

Estônia: diminuição de 10% no número de habitantes.

Obviamente esse altíssimo grau de civilidade só é possível pela enorme coesão étnica japonesa. Pois bem. Embora educadíssimos, o povo japonês agora se depara com um problema gravíssimo: eles quase não tem filhos. E mesmo a imigração seletiva de americanos que tem ascendência japonesa e seus cônjuges já não está mais dando conta de fazer crescer ou mesmo manter o nível populacional.

Então de um jeito ou de outro o Japão terá que deixar de ser quem é. Ou mantém a pureza étnica e definha já no século 21, ou ganha fôlego abrindo seu mercado de trabalho pra asiáticos que não tem ascendência nipônica. Aí se mantém, não é nenhum fim do mundo, veja a França e Holanda, abertas a imigração e estão muito bem.

Entretanto, certamente os filipinos e indonésios que então se integrarão como parte da população japonesa não têm o mesmo padrão ético, por não ter o mesmo padrão étnico.

Macedonia

Macedônia estagnada há 3 décadas e meia.

Na copa de 2054, você não verá japoneses limpando o estádio. Se esse país fechar a fronteira, simplesmente não haverão japoneses jovens que possam se dar ao luxo de ir a outros continentes acompanhar a seleção de qualquer modalidade esportiva. Serão tantos idosos que todos os recursos da pátria serão drenados apenas em manter eles encarnados.

E se o Japão abrir as fronteiras, bem, outras raças não fazem isso. E não me refiro de forma pejorativa aos asiáticos e africanos, não. Você viu algum branco europeu limpando o estádio? Viu algum inglês, belga, francês, italiano, holandês, seja branco nativo ou negro/árabe imigrante, ficando meia hora após o fim da partida recolhendo lixo do chão? Pois eu não vi. Exato o oposto é verdadeiro, eles imediatamente se dirigiram aos bares da beira-mar pra encher a cara.

Bielo-Russia

Bielo-Rússia: também em queda.

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Resumindo, amigos, o dilema japonês é esse. Se abre pra imigração, ou desaparece. Por “A” ou por “B”, o Japão que conhecemos encerra sua trajetória sobre a Terra. Aí o maremoto de Fukushima-2011 (também já tema de série de emeios, breve no ar) deu uma mãozinha ao processo, não?

E o que dizer então da Alemanha? É certamente uma situação ainda mais grave. Pois é tão rica quanto o Japão, e já se abriu a migração há muito. Quem esteve em Berlim fala que em certas partes da capital alemã você fica em dúvida se não desembarcou por engano em Istambul. Quem esteve nesses bairros berlinenses e também na Turquia pouca diferença notou.

Espanha

Espanha: as taxas de natalidade são as mais baixas do mundo. Na primeira década do milênio atraiu muita imigração. Na última contagem já houve queda.

Mesmo assim a população alemã vem diminuindo. Veja, em uma década a perda foi de 2 milhões. Como no caso russo, nos últimos 3 anos voltou a haver ligeiro aumento. Mas muito suave, incapaz de estancar a tendência geral de queda. Breve vai voltar a haver sangria, e pelo efeito da bola de neve, ela tende a ser bem elevada.

Atualização de setembro de 16: vimos a partir de 2015 as consequências seríssimas do dilema alemão. A premiê Ângela Merkel abriu as fronteiras do país pros refugiados dos ataques do Império Ianque ao Oriente Médio, Ásia islâmica e África. Milhões de sírios, líbios, iraquianos, afegãos, iemenitas, etc, rumaram a Europa, já que suas nações foram destroçadas.

A maioria dos países europeus faz de todo para se livrar desses visitantes indesejáveis, ou na pior das hipóteses acolher o mínimo possível. Mas Ângela Merkel, ciente que a Alemanha necessita desesperadamente sangue novo ou suas indústrias irão falir pelo altíssimo custo da mão-de-obra – já que não há gente suficiente para trabalhar, é simples assim – resolveu acolher centenas de milhares de imigrantes, e exortou outros países da União Europeia a fazer o mesmo. O resultado foi um fracasso completo, tanto interna quanto externamente.

Republica Checa

República Checa: estagnação desde o fim do comunismo.

No quesito política externa, nenhum outro estado europeu quis seguir o exemplo alemão, e isso gerou uma séria crise política, diversos dirigentes europeus começaram a questionar profundamente se a Alemanha pode mesmo ser a cabeça da UE, ao menos enquanto Merkel for a 1ª-ministra. E internamente os resultados foram desastrosos. Os imigrantes recém-chegados em sua imensa maioria são pessoas honestas, que querem apenas ter uma vida digna que lhes foi negadas em suas pátrias de origem.

Mas o choque cultural é muito grande. A Alemanha éum dos países mais liberais do mundo, em termos de comportamento. Entretanto, ao acolher de um vez centenas de milhares de muçulmanos oriundos de países em guerra, houve um ‘choque térmico’ imenso: diversos crimes gravíssimos foram cometidos por esses imigrantes, sendo o mais grave o abuso sexual de centenas de Mulheres alemãs no ‘reveillon’ de 16 na cidade de Colônia pela massa de muçulmanos.

Croacia

Croácia: queda de 10%.

Se os alemães nativos tivessem filhos em número suficiente para manter sua população (média de 2 por casal) toda essa confusão jamais teria ocorrido. Entretanto, está muitíssimo abaixo disso. Essa foi a razão pela qual Merkel achou que era necessário trazer de uma vez essa massa rude e curtida pela guerra as terras alemãs. Deu no que deu.

Sabem amigos, eu não gosto de ser Profeta quando as profecias são ruins. Mas eu alertei em 2014 que tempos difíceis viriam, por conta da implosão populacional europeia em geral e alemã em particular. Os que acompanham meu Trabalho desde a época do modal do emeio são testemunhas.

Ocorreu exatamente como eu previ, e em curtíssimo espaço de tempo, menos de 2 anos. E infelizmente é só o começo. Muitos outros choques virão, gerando dor imensa para todos, alemães e imigrantes igualmente, porque a matemática é uma ciência exata. Se uma sociedade não tem filhos, precisa importar mão-de-obra jovem de outras sociedades ou deixa de existir.

Hungria

Hungria: em queda desde os anos 80.

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No caso alemão, além dos gráficos, eu selecionei alguns mapas, que falam tudo por imagens.

Não custa enfatizar de novo, a fonte é esse sítio aqui que aliás é alemão.

http://www.citypopulation.de/

Respeito a quem merece, daqui pra baixo vamos ver o que os mapas de Thomas Brinkhoff nos dizem sobre seu país-natal.

Ao contrário do que se poderia pensar, o azul indica queda populacional, e aquele tom mais amarelado, aumento. Você precisa prestar atenção na posição da flecha, se pra baixo ou pra cima, e não na sensação que a coloração te passa. A escala está estruturada da seguinte forma:Alemanha2

AZUL CLARINHO: QUEDA ACENTUADA

AZUL TURQUESA: QUEDA MODERADA

VERDE: AUMENTO MODERADO

BEGE/AMARELADO: AUMENTO ELEVADO

Observe a foto a direita que agora fica claro: apenas o Sul da Alemanha, a Baviera onde fica Munique e a região de Franquefurte, está bem das pernas, e apenas ali há aumento populacional elevado como um todo, nas metrópoles e também nas cidades menores e no campo.

Alemanha

Antiga Alemanha Oriental em queda livre.

No Oeste da Alemanha há um crescimento moderado, e em todos os estados que pertenceram a antiga Alemanha Oriental há queda populacional, exceto naquele que abriga a capital do país, Berlim.

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Isso você já observa num dos mapas, que trata dos estados como um todo. Porque em duas fotos que vem a seguir a análise é mais minuciosa, por municípios, e você verá que mesmo na antiga Alemanha Ocidental há problemas seríssimos na parte Central e Setentrional.

Alemanha1

Mas na porção ocidental do Norte da Alemanha – que é riquíssimo e nunca foi comunista – apenas as grandes metrópoles (Hamburgo e Hannover) e seu entorno aumentam a população. No interior há queda acentuada.

Antes, quero fazer um adendo. Disse que dos 15 países europeus que têm queda populacional, 13 faziam parte do que se chama Leste Europeu, a região que foi comunista. Um, a Grécia, embora fisicamente também no oriente do continente, social e politicamente é parte do Oeste Europeu.

E a Alemanha? Bem, num caso único, por ter sido partida pelos que a venceram na segunda guerra, a Alemanha foi parte tanto do Oeste quanto do Leste Europeu. A Alemanha Ocidental era uma potência capitalista, enquanto a Alemanha Oriental era tão parte da cortina de ferro quanto a Polônia ou a Romênia.

Politicamente essa divisão se foi. Mas economicamente ela permanece. Veja que todos os cinco estados que faziam parte da antiga Alemanha Oriental tem redução no número de habitantes. A capital Berlim engloba territórios de ambas as finadas Alemanhas, é sabido que a capital foi dividida ao meio espelhando em escala menor o que ocorreu com a nação como um todo. Assim, se Berlim cresce, não se pode dizer que seja um estado da antiga Alemanha Oriental, porque não o é de todo.

sudeste de Bonn

Bonn (capital da finada Alemanha Ocidental) cresce muito, seus subúrbios crescem moderadamente. Mas o interior – numa das partes mais ricas do planeta! – tem diminuição elevada de população.

Dos 5 estados exclusivamente da antiga Alemanha Oriental, todos perdem população. Dos 6 que foram da Alemanha Oriental (agora total ou parcialmente, incluindo Berlim), 5 perdem população. Dos 6 estados alemães nessa condição de sangria, 5 são da antiga Alemanha Oriental, e um da Ocidental, um bem pequeno, na fronteira com França e Luxemburgo.

O muro de tijolos caiu, e politicamente houve a re-unificação. Resta agora derrubar o muro econômico, e reduzir as diferenças entre Leste e Oeste nesse campo também.

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Mas fica pior. Quando você aumenta e escala de observação e analisa município por município, você vê que há também uma divisão entre Norte e Sul da Alemanha.

Grande Berlim

Berlim, atual capital da Alemanha reunificada: crescimento moderado no núcleo e subúrbios a leste, crescimento elevado nos subúrbios a oeste. Mas queda vertiginosa ao redor.

O Sul de Franquefurte e Munique está muito rico, e cresce por inteiro. Mas no Centro e no Norte, só há crescimento no entorno das metrópoles. O interior está sendo despovoado. Isso, repito, mesmo na rica e próspera ex-Alemanha Ocidental.

Dresdem, Leipzig e Erfurt, as maiores cidades da antiga Alemanha Oriental excluindo a capital Berlim, ainda crescem. Mas ao redor delas está se formando um deserto.

Em Rostock, o maior porto da finada Alemanha Oriental, a mesma situação se repete.

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Berlim, por ser a capital, é mais rica. Ela cresce, e gera um cinturão de prosperidade a seu redor. Nota bem que há um anel de crescimento em torno dessa metrópole. Não apenas a urbe ainda atrai gente pra morar em seu Centro, em sua parte densamente urbanizada, mas também em número suficiente pra oxigenar, pra dar vida a seu cinturão verde no entorno.

Alemanha19

No geral, as grandes e médias cidades ainda atraem mão-de-obra jovem, e aumentam, mesmo na antiga Alemanha Oriental. Mas na ‘Metrópole do Reno’ – que é o coração industrial do país – esse já não é o caso.

E agora veem o que quero lhes chamar a atenção: as regiões de Hannover e Hamburgo estão na mesma situação. As metrópoles ainda atraem Homens e Mulheres que querem morar ali, e há mesmo um excedente que se instala nas cidades menores que gravitam em torno desses grandes centros. Mas quando nos afastamos um pouco, chegamos aos municípios que não fazem divisa com a metrópole, há queda acelerada de população.

Note que a região que faz fronteira com a Dinamarca – um dos rincões mais prósperos de todo planeta!!!! – está sendo despovoado. No Centro do país a situação se repete.

Metropole do Reno

Em escala maior, a ‘Metrópole do Reno‘: trata-se da maior conurbação alemã, maior que a Grande Berlim. E, repetindo, seu coração industrial. Mas quase todas as cidades que a compõem estão perdendo habitantes num ritmo assustador.

E isso na antiga Alemanha Ocidental. Os problemas são os mesmos da antiga Alemanha Oriental, e as imagens mostram isso cristalinamente.

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É certo, no Leste o problema é ainda mais agudo. Leipzig e Dresdem crescem, mas apenas o Centro da cidade, a parte urbanizada mesmo. No interior, a queda de população é tão severa que o estado como um todo diminui. Em Berlim, Hamburgo e Hannover, a situação é um pouco menos pior, há queda no interior, mas a prosperidade é um pouco maior, de forma que não apenas a metrópole cresce, mas leva junto seus subúrbios expandidos, resultando que o estado como um todo ainda consegue estar positivo.

Ainda assim, é muito preocupante o pequeno aumento populacional na Alemanha. É preocupante que Hamburgo esteja na mesma situação que Berlim, e melhor apenas que Leipizg e Rostock.

sudoeste de Berlim

Sudoeste de Berlim: as flechas vermelhas dizem tudo.

Afinal, Hamburgo é o segundo maior porto da Europa, um dos maiores do mundo. Empregos ali é o que não faltam. Não custa dizer de novo, a fronteira alemã-dinarquesa é um oásis de riqueza, e mesmo assim as pessoas estão indo embora.

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O problema da implosão populacional, que se iniciou no Leste Europeu, já se espalhou pro Oeste desse continente, e também pro Japão.

sudeste da Alemanha

Sul da antiga Alemanha Oriental: estado de calamidade pública. O muro político se foi. Mas pela debandada geral (‘o último apaga a luz’) vemos que o muro econômico persiste.

Ainda não tão grave, já chegou também a América, e inclusive a China. O que agrava a questão no “primeiro mundo” (entre aspas porque a riqueza dessas nações nem sempre amealhada de forma justa, exatamente o contrário é verdadeiro), posto que América Latina e China a tempos, junto com outras partes da Ásia e África, cumprem o papel de suprir a Europa e EUA com sua mão-de-obra excedente.

Bem, já não teremos tanto excedente assim pra exportar, ao contrário, as levas de haitianos e bolivianos que estão vindo pro Brasil mostra que estamos fazendo a curva, de exportador pra importador de mão de obra. Esse enriquecimento do Brasil, que os haitianos vieram aproveitar, gera falta de mão-de-obra nos EUA de duas maneiras: primeiro vão menos brasileiros pra lá, e segundo vão menos haitianos também.

norte da Alemanha

Centro-Norte da Alemanha: situação bastante preocupante, especialmente porque aqui é na antiga Alemanha Ocidental.

Nota: o texto é de 2014, quando o Brasil ainda passava pelos últimos espasmos do ciclo de prosperidade que se instalou na virada do milênio, e de fato passou a atrair um pequeno contingente de estrangeiros. Com a recessão iniciada em 2015 a situação se alterou, menos haitianos estão vindo para cá, e vários inclusive retornaram a seu país. Ainda assim, muitos deles se enraizaram em solo brasileiro, até por terem o direito legal de residirem aqui. Ainda que em escala reduzida, houve essa situação nova pro Brasil, de ser um polo de atração da migração internacional. 

sul da Alemanha

Centro-Sul alemão: no interior se repete a debandada.

Evidente que o número de migrantes que para cá aportaram, mesmo no tempo das vacas gordas, é ínfimo em relação ao que os EUA/Europa recebem. Ainda assim, aponta uma mudança de direção.

A Europa está desesperada por absorver mão-de-obra. De forma que cada novo concorrente que entra nesse mercado – ainda que iniciante na arte, como o Brasil – encarece ainda mais o custo do trabalho na Europa, que já é altíssimo, drenando ainda mais recursos da economia europeia. Apenas o fato que milhares de haitianos já nem sequer consideraram a opção de ir pros EUA/Europa é uma mostra segura da mudança.

leste de 'Leipzig' - decrescimento

Novamente o leste alemão: só flechas vermelhas.

Mas o maior choque está por vir. Se a prosperidade brasileira foi breve – pelo país ter 200 milhões de habitantes, estar se des-industrializando, ter uma política econômica mais voltada para especulação que para produção – e por conta de tudo isso atraiu poucos migrantes, a situação é bem diferente na Ásia.

A China, em breve, passará pelo mesmo processo, de inverter a corrente. De exportadora passará a ser importadora de mão de obra. Aí você pode ter certeza que os EUA/Europa sentirão gravemente o golpe.

anel sul de Hamburgo

O riquíssimo Norte: Hamburgo e imediações ainda crescendo, mas porque sugam os jovens do interior.

Pois exatamente ao contrário a China é um país muito grande (1,3 bilhão de pessoas), é conhecida como ‘a fábrica do mundo’ porque totalmente ao contrário de Brasil, EUA e Europa ela vem se industrializando rapidamente, e sua economia mista estatal/iniciativa privada é exatamente voltada para produção, e não pro cassino chamado ‘bolsa de valores’. E em breve, muito breve, vai começar a faltar gente para trabalhar lá.

A “política do filho único” começa a apresentar seus frutos amargos, e justamente agora que o país se torna a potência industrial mundial, começam a faltar braços fortes pra tocar as fábricas, ameaçando o ‘grande salto’ que elite chinesa planeja dar pra solapar de vez os EUA como força dominante em escala global.

Bosnia

Bósnia também em queda.

Resultando que rapidamente, pra continuar se expandindo a “níveis chineses”, a China se tornará importadora de mão-de-obra, ao invés de exportadora, que é o que ela é há mais de um século. Mas não mais.

………

Ora, o cobertor já está curto. Essa implosão populacional – e estamos vendo ainda somente as primeiras ondas desse problema – tende a agravar todas as tensões políticas e econômicas no planeta, e já não são pequenas.

Cossovo

Cossovo: quase 10% de queda, pequena recuperação.

Tempos difíceis estão por se desdobrar na superfície do planeta ainda na primeira metade do século 21.

De forma multi-dimensional, essa civilização egoica, violenta, consumista e materialista que tem seu ápice nos Impérios Euro-Estadunidenses (das coroas espanhola e britânica agora aos EUA, o último meio milênio resumindo) está realmente implodindo a si mesma. A falta física de Homens e Mulheres que queiram continuar essa triste saga é apenas mais um sintoma do está absolutamente óbvio pros que tem olhos de ver e não se cegaram pelo consumismo.

Um grande choque se aproxima muito mais rapidamente do que você pode imaginar se sua fonte de informação é a mídia e academia oficiais. A hora de respondermos por nossas escolhas chegou.

Servia

Queda também na Sérvia.

Somos parte de uma Ordem Cósmica, e é nossa responsabilidade agirmos de forma a manter a Harmonia da Lei.

Estou apenas dizendo que existe Lei, existe uma Ordem Suprema no Universo, existe uma Consciência Maior que o ego humano que se manifesta pelo intelecto. Alias, Infinitamente Maior.

E não fosse assim, Alemanha e Japão, que são riquíssimos, não estariam implodindo. O estilo de vida baseado unicamente no poder da matéria e do intelecto está se encerrando.

O Milênio virou e a dissolução da velha ordem começou, como a Profecia disse que seria. Ainda é só o começo do processo. Se continuarem a negar a Lei Maior, o caos só tende a se agravar.

Há uma Lei no Universo, afinal.

Continua…

Deus proverá” – já disse que essa será a única certeza.

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Um comentário sobre “Implosão Populacional: tempos difíceis virão

  1. ocaminhantedouniverso disse:

    Um colega fez um apontamento sobre essa matéria. Como ele o fez por emeio, sou eu, O Caminhante, quem assina o comentário. Mas transcrevo suas palavras literais, que foram:

    ” O Brasil será o próximo. Nossa Janela Demográfica vai se fechar nos próximos 25 anos. ”
    ………

    Agora volta o Caminhante, pro arremate: de fato. Boa parte da América Latina caminha pro mesmo rumo, e apontei isso no texto. Só que notem que a Energia se manifesta por ondas. A Europa e Leste Asiático já enfrenta hoje esse problema seríssimo, que aqui apenas se principia. Lá, hoje há poucas crianças, um número razoável de adultos e muitos velhos.
    Essa será nossa realidade na próxima geração. Porém quando a janela demográfica brasileira se fechar, Europa/Leste da Ásia estarão em estado de calamidade, as crianças e jovens serão praticamente inexistentes, poucos adultos e simplesmente um mar de gente idosa, que ninguém conseguirá sustentar.
    Pois o problema cresce em PG, e a única solução seria os casais europeus e asiáticos voltarem a ter pelo menos 2 filhos por Mulher, o que eles não querem fazer. Então tempos muitíssimo complicados se avizinham. Fazer o quê? Será o que tiver que ser…

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